Júri do Concurso


Considerações

1. Será constituído por 3 elementos e presidido pelo professor de instrumento da AMPB.

2. O júri, para atribuição do Prémio Excelência, será constituído pela Direção Pedagógica da AMPB, membro da antiga Tuna Musical Brandoense e Diretor Artístico do Festival Internacional de Música de Paços de Brandão ou Presidente do CiRAC (Círculo de Recreio, Arte e Cultura).

3. O júri reserva-se ao direito de interromper a prestação de cada candidato, caso considere oportuno.

4. É reservado ao júri o direito da não atribuição de qualquer prémio.

5. As decisões do júri serão soberanas e inapeláveis.

6. Nos casos excecionais em que o concorrente seja aluno de um dos membros do júri, esse jurado será excluído da avaliação do mesmo candidato.

Painel do Júri


 

Paulo Barros (Flauta)

Paulo Barros nasceu em Paços de Brandão em 1974. Iniciou os seus estudos de flauta transversal aos sete anos, tornando-se bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.
Licenciou-se na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto com a classificação máxima, tendo recebido o Prémio Engenheiro António de Almeida pela melhor média de licenciatura.
Paulo foi laureado com o 1.º Prémio na Juventude Musical Portuguesa e 1.º Prémio no Prémio Jovens Músicos.
Frequentou várias Master Classes e cursos de aperfeiçoamento e foi aluno de Aurèle Nicolet em Oberwil na Suíça.
Integrou várias orquestras e ensembles, incluindo a Orquestra dos Jovens da Comunidade Europeia (ECYO), Orquestra Luso Alemã, Orquestra de Córdoba, Orchestrutópica, Oficina Musical Portuguesa, Remix Ensemble, entre outras.
Apresentou-se a solo com inúmeras orquestras, em concertos de Música de Câmara e Festivais de Música, expandindo-se a sua atividade internacional por países como Luxemburgo, Suíça, França, Espanha, Macau, Colômbia, Áustria, Brasil, África do Sul.
É frequentemente convidado para orientar Master Classes e fazer parte no júri de concursos.
Foi docente na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE), Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco (ESART) e Universidade Católica do Porto. É actualmente Professor de Flauta Transversal na Escola Profissional de Música de Espinho.
Tem vários CDs gravados, a solo com orquestra, música de câmara e como membro de orquestra (EMI Classics, Koch Schwann, Tradisom, Skarbo, Vintage Records e Numérica).
Paulo Barros é o flautista solista chefe de naipe da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.


 

Rita D´Arcangelo (Flauta)

Rita D’Arcangelo estudou no State Conservatory of Music em Pescara com Sandro Carbone, Royal Northern College of Music em Manchester, na International Academy of Music em Milão com Raffaele Trevisani e na Hochschule für Musik em Mannheim com Jean-Michel Tanguy.
Numa masterclasse de Galway em Weggis (2008), ganhou a bolsa de estudos Marc Rich Foundation Scholarship for Artistic Achievement e o 1º prémio selecionado pelo voto popular. Ganhou também o 1º prémio no Rotary Club de Pescara, 2º prémio no 11th International Flute Competition “A. Ponchielli” em Cremona (1º prémio não atribuído), 1º prémio na categoria de flauta solo e 2º prémio na categoria geral no International Flute Competition “F. Kuhlau” em Uelzen e o 1º prémio no Alexander and Buono International Flute Competition em Nova Iorque.
Ela tocou primeira flauta em várias orquestras, incluindo a academia da Orchestra Sinfonica “A. Toscanini” em Parma, L’Orchestre des Jeunes de l’Union Européenne, a Orquestra Universitária de Milão, Kurpfaelzische Kammer Orchester e a Philharmonie der Nationen.
Em 2008 foi selecionada como flautista principal na Performing Arts Center Orchestra de Hyogo e também como flautista principal convidada na Philharmonic Orchestra de Osaka.
Entre 2011 e 2013 ocupou o cargo de flauta principal na CEA Filharmonia Gorzowska-Gorzow Orchestra, foi também selecionada como flauta principal na United Chamber Orchestra e como flauta solista na Motion String Orchestra em Berlim.
Como solista gravou para várias rádios alemãs e do Vaticano. Apresentou-se a solo na Baden-Badener Philharmonie, na Hyogo Performing Arts Center Orchestra, na Festine Orchestra na Eslovénia, na Filharmonia Gorzowska e na United Chamber Orchestra na Alemanha e no Japão. Em 2016 apresentou-se como artista convidada no Festival de Flauta de James Galway em Weggis.
Ela é professora de flauta convidada na Kansai International Music Academy e deu masterclasses no Japão, Coréia do Sul, Taiwan, Malta, Itália, Polônia, Eslovênia, Espanha e EUA. Atualmente é professora de flauta no Departamento de Música na State German University BTU, Cottbus.
Foi premiada pelas suas gravações com o Prémio de Excelência e com a Medalha de Ouro no Global Music Awards em Los Angeles.
Rita D’Arcangelo é uma flautista Nagahara e toca num belo instrumento criado especificamente para ela por Kanichi Nagahara.


 

Ricardo Barceló (Guitarra)

Guitarrista, docente, compositor e investigador. Licenciado pelo Real Conservatório Superior de Música de Madrid. Mestre em Interpretação pela Escola Superior de Música e Dança de Roterdão. Doutorado em Música pela Universidade de Aveiro. Ganhou os prémios “Alírio Díaz” (Sevilha, 1987) e “Abel Carlevaro” (Madrid, 1990) e foi laureado no I Concurso de Composição Hispano-Luso para Guitarra Clássica “Ciudad de Badajoz” (Badajoz, 2006), pela sua obra “Máscaras”.
É autor dos livros “La Digitación Guitarrística”; “20 Piezas Fáciles para dos y tres guitarras”; “Adestramento técnico para guitarristas” e “O Sistema Posicional na Guitarra”, e também de obras para guitarra e música de câmara, além de revisões e digitações de vários compositores. As suas obras têm sido editadas pela Real Musical, Lemoine, Carisch, Diputación de Badajoz; AvA; Labirinto, e NEA. É coautor da primeira tradução para castelhano, publicada em Portugal, do “Método para Guitarra” de Fernando Sor, e do seu livro mais recente “Canto para tocar. Toco para Cantar”. Alguns dos seus artigos aparecem em revistas internacionais especializadas em música, tais como Il Fronimo, Roseta, Revista Portuguesa de Educação Artística e Soundboard.
Gravou, em formato CD, “Aromas de Sefarad ”, com o “Trío Sefarad; “Por las calles de Maldonado”, com composições próprias para guitarra solista e duos com guitarra; “Máscaras”, e “Música latinoamericana del siglo XX para guitarra”, com o patrocínio do FONAM. Além de manter atividade internacional como intérprete de guitarra clássica e romântica, e docente em master-classes, é convidado frequentemente para integrar júris e participar em conferências sobre a guitarra. Desde o ano 2011, é Diretor Artístico e Pedagógico do Festival Internacional de Guitarra de Maldonado – Uruguai. É professor da Licenciatura em Música – Guitarra Clássica, e do Mestrado em Ensino de Música, no Departamento de Música da Universidade do Minho, em Braga – Portugal. É também Diretor Adjunto do DM – ILCH – UMinho.


 

José Luis Rodrigo (Guitarra)

JOSE LUIS RODRIGO nasceu em Madrid em 1942. Ele começou a sua formação em guitarra com o Prof.José María López e posteriormente ingressou no Real Conservatório de Música de Madrid, onde obteve notas altas, pelas quais ele recebeu em 1961, um prémio especial quando terminou os seus estudos. Em 1962 e 1964 ele recebeu o Primeiro Prémio em Harmonia e Contraponto, respetivamente.

Foi-lhe atribuída uma bolsa pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros sendo assim possível frequentar prestigiados Cursos Internacionais em Santiago de Compostela sob tutoria de Andrés Segovia e José Tomás, e recebeu o Prémio Ramirez em 1964. Em 1986 recebeu o Prémio Margarita pastor num concurso em Orense.

Realizou várias digressões nacionais e internacionais – no seu país, Espanha, e países estrangeiros como França, Portugal, Itália, Grécia, México, India…, tocando como solista com orquestras como a Orquestra Nacional de Espanha, Orquestra Sinfónica de Toulouse, etc.

Desde 1970 começou a lecionar do Real Conservatório de Música de Madrid onde é docente de guitarra clássica.


 

Fábio Brum (Trompete)

Fábio Luiz São Braz Pepino da Cunha Brum nasceu dia 2 de dezembro de 1981 no Rio de Janeiro, Brasil. Além de sua carreira como solista internacional, Fábio trabalha, desde 2011, como trompete solista da Orquestra Sinfônica Brasileira (Brasil). Nas temporadas de 2009 y 2010 foi trompete solista da Real Orquesta Sinfónica de Sevilla (Espanha) e membro do Royal Brass Quintet (Espanha).
Fábio foi o único trompetista brasileiro a ganhar o Primeiro Prémio num Concurso Internacional de Trompete e de diversos outros prémios incluindo: Primeiro Prémio em 2009 no Concurso Internacional de Trompeta Juan García Marín (Espanha); Terceiro Prémio no 2010 Cità di Porcia Trumpet Competition (Itália); “Judge’s Prize” no 2008 Ellsworth Smith Trumpet Competition (Estados Unidos); Primeiro Prémio no 2003 National Trumpet Competition College Etude Division (Estados Unidos); entre outros.
Fábio atuou com muitas orquestras, entre elas: Orquestra de la Radio Television Española “ORTVE” (Espanha); Orchester des Staatstheater Darmstad (Alemanha); Real Orquesta Sinfónica de Sevilla (Espanha); Orquesta Filarmónica de Las Palmas (Espanha), Orquestra Sinfônica Brasileira (Brasil), Orquesta Ciudad de Granada (Espanha), Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Brasil); Orquesta Nacional de España (Espanha); Orquestra Filarmônica de de Minas Gerais (Brasil), Orquesta Simón Bolivar del Tachira (Venezuela); Orquestra do Theatro Municial do Rio de Janeiro (Brasil); entre outros.
Fábio Brum formou-se com o Diplom-Musiker im Künstlerischen Hauptfach Trompete em 2005 na classe do professor Reinhold Friedrich no Staatliche Hochschule für Musik Karlsruhe (Alemanha) onde também recebeu classes do profesor Dr.Ph. Edwar H. Tarr, Laura Vokobratovic e Klaus Bräcker durante um período de 2 anos. Entre 2007 e 2008 Fábio recebeu aulas de trompete com Eric Aubier em Paris.
Participou em cursos e masterclasses com Reinhold Friedrich, Eric Aubier, Maurice André, Hakan Hardemberger, Guy Touvron, Adolph Herseth, Luis Gonzalez, Mark Gould, Jeans Lindeman, Markus Stockhausen, Edward Carrol, Juanjo Serna Salvador, Carlos Benetó Grau, Oscar Brum, Benjamin Moreno, John Wallace, James Thompson, Michael Sachs, Crispian SteelePerkins, Ian Muirhead, Stacy Blair, John Hagstrom, Tim Morrison, Allen Vizzuti, Vincent DiMartino, entre outros.
Fábio Brum conta com o respaldo da prestigiosa casa espanhola de instrumentos musicais “Stomvi”.


 

Jorge Almeida (Trompete)

Jorge Almeida Lourenço Sousa nasceu em Santa Maria da Feira, em 1971. Começou a tocar a trompete aos 11 anos na Banda Musical de Lobão com o seu pai.
Em 1987 ganhou o primeiro prémio no concurso de jovens músicos portugueses.
Em 1993, tornou-se membro da Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública. A partir de 1995,iniciou os seus estudos na Academia Nacional de Estudos Orquestrais (Lisboa), estudando com Douglas Stephenson, David Burt, Robert Chambers III e Philip Navat. Durante este período foi convidado para tocar como 2º trompete com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, ganhando posteriormente a 1ª posição na mesma Orquestra.
Em 1998, ingressou na Orquestra Sinfónica Portuguesa do Teatro Nacional de São Carlos. Em paralelo com as suas atividades orquestrais, alcançou grande reputação como professor. Na atualidade, é professor de trompete na Universidade de Aveiro, tendo já lecionado na Escola Profissional de Espinho, na Academia de Música de Jorge Almeida também é reconhecido como solista que cobre todos os géneros musicais, designadamente contemporâneo, jazz, pop e música clássica. Atuou como solista com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Filarmónica de Beiras, a Orquestra Clássica da Madeira, a Orquestra Sinfónica da Universidade de Tatuí (Brasil), a Banda Sinfónica Portuguesa e a Orquestra Utópica. É ainda membro do LUME (Conjunto de Música Subterrânea de Lisboa) com quem gravou, em 2014, um CD de composições originais de Marco Barroso.
Frequentemente convidado para festivais de música, Jorge Almeida participou na 2ª Conferência Internacional de Associações de Trompetes do Brasil, com Adam Rapa, Rex Richardson e Gabriel Cassone.
Jorge Almeida tem participado, como membro do júri, em várias competições e festivais em Portugal e Espanha (Córdoba, Madrid e Lisboa). Esteve ainda envolvido no projeto Guimarães – Capital Europeia da Cultura, através da Orquestra Juvenil, em 2012. Durante este festival, foi solista em várias ocasiões.
Associou-se igualmente ao “Projeto Amazónia” para as celebrações da Bienal de Munique com concertos na Alemanha e no Brasil.
Jorge Almeida participou como Diretor Artístico da Trompete Mates Gang (com todos os seus ex-alunos presentes) na Conferência Internacional das Guildas de Trompete, em 2012, nos Estados Unidos da América.
Atualmente, Jorge Almeida é artista Vincent Bach e toca com os trompetes Anniversary Sib, Chicago em Dó e Piccolo Artisan Gold Brass.