1. Será constituído por 3 elementos e presidido pelo professor de instrumento da AMPB.
2. O júri, para atribuição do Prémio Excelência e Prémio Orquestra, será constituído pela Direção Pedagógica da AMPB (Professoras Alexandra Trindade e Salomé Fonseca), um representante da Direção Administrativa da AMPB, pelo Diretor Artístico ou representante do Festival Internacional de Música de Paços de Brandão (FIMUV) e por um representante da Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira.
3. O júri reserva-se ao direito de interromper a prestação de cada candidato, caso considere oportuno.
4. É reservado ao júri o direito da não atribuição de qualquer prémio.
5. As decisões do júri serão soberanas e inapeláveis.
6. Nos casos excecionais em que o concorrente seja aluno de um dos membros do júri, esse jurado será excluído da avaliação do mesmo candidato.
Docente da AMPB do Instrumento em concurso [Presidente]
Ricardo Abreu [Guitarra]
Ricardo Barceló [Guitarra]
Joaquín Eustachio [Trompete]
Vasco Silva de Faria [Trompete]
Ricardo Abreu, inicia os seus estudos musicais em Piano aos sete anos de idade. Em 1987 ingressa no Curso de Guitarra do Conservatório de Música do Porto, na Classe do Professor Mário Carreira. Prossegue os estudos musicais na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto, na classe do Professor José Pina, obtendo o Diploma de Licenciatura em Guitarra. É Profissionalizado pela Universidade de Aveiro. Paralelamente à sua formação, frequentou Cursos de Aperfeiçoamento musical orientados por importantes guitarristas internacionais. A sua atividade como concertista a Solo é marcada por diversas atuações no país e no estrangeiro, nomeadamente na Escócia, França e EUA. A par da sua atividade a Solo, integrou também diversas formações de Música de Câmara. É músico efetivo da Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins. Paralelamente à música erudita, foi um dos membros fundadores do grupo Acapela “Vozes da Rádio”, grupo formado em 1991. Gravou para a RTP e RDP. Iniciou as suas funções pedagógicas na Academia de Música de Paços de Brandão, e lecionou nas Academias de Música de Vilar do Paraíso e Paredes. Presentemente exerce funções docentes, na Academia de Música de Espinho, Escola Profissional de Música de Espinho e na Escola de Música de Leça da Palmeira. Além da sua experiência pedagógica e de músico concertista, tem-se afirmado igualmente enquanto compositor, cujas Obras são tocadas e gravadas por músicos de relevo. Em janeiro de 2018, assinou contrato com a prestigiada Editora canadiana “DOBERMAN-YPPAN” / “Les Productions d’Oz”, editora especializada no repertório da Guitarra e de referência internacional, passando a integrar o seu rol de artistas.
É guitarrista, docente, compositor e investigador. Doutorado e Agregado em Música pela Universidade de Aveiro. Mestre pela Escola Superior de Música e Dança de Roterdão. Licenciado pelo Real Conservatório Superior de Música de Madrid. Investigador integrado do CEHUM – Universidade do Minho. Foi laureado em diferentes concursos, como guitarrista e compositor. É autor de vários livros e os seus artigos têm sido publicados em diversas revistas internacionais especializadas em música. Atualmente é professor na Licenciatura em Música do Departamento de Música da ELACH e no Mestrado em Ensino da Universidade do Minho – Portugal, do qual também é diretor de Curso.
Joaquín Eustachio (1992) é um trompetista profissional uruguaio/italiano. A sua formação musical iniciou-se ainda jovem no Conservatório de Montevideu, Uruguai, onde desenvolveu as bases da sua técnica e musicalidade. Mais tarde, aperfeiçoou a sua arte juntamente com os Professores Rudi Korp e Martin Angerer na Brass Academy Alicante, Espanha, um centro de referência para músicos de metais, onde teve também a oportunidade de aprender com diferentes trompetistas de renome mundial, como Gábor Tarkövi, Uwe Köller, Thomas Gansch, entre outros.
De 2021 a 2023 foi trompete principal da Orquestra do Algarve em Faro e é atualmente trompete co-principal da Ópera de Gotemburgo na Suécia. Colabora com prestigiadas orquestras como a Sinfónica de Gotemburgo, a Filarmónica de Copenhaga, a Orquestra Gulbenkian, a Filarmónica de Malta, a Ópera Les Arts em Valência ou a Orquestra do Festival de Basileia na Suiça.
Ao longo da sua carreira adquiriu uma valiosa experiência em palcos internacionais como no Pacific Music Festival no Japão ou na Orquestra das Américas e colaborou durante muitos anos com a Orquestra Freixenet da Escola de Música Reina Sofía em Madrid.
A sua paixão pela música, aliada à sua constante busca pela excelência, consolidaram-no como um trompetista versátil e expressivo em vários estilos, como a música sinfónica, operática, ballet, jazz e latino-americana.
Vasco Silva de Faria (nascido em 18 de outubro de 1978, em Guimarães) é trompetista, professor, maestro, e diretor artístico.
É Doutorado pela Universidade de Évora, Mestre pela Universidade do Minho (Distinção) e pela Universidade Católica, Diplomado pela Florida Universitaria, em Valência e licenciado pela ESMAE, como discípulo de Kevin Wauldron, Stephen Mason, Pierre Dutot, Maurice André, Eric Aubier, Philip Smith, Hakan Hardenberger e John Aigi Hurn.
Iniciou os seus estudos musicais em 1988 com o seu pai, Sidónio de Faria e Manuel Silva, ingressando posteriormente na Sociedade Musical de Pevidém.
Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian tendo obtido vários prémios nacionais e internacionais, como solista, em música de câmara e no âmbito da direção de Banda.
Ministrou Masterclasses e Cursos de Aperfeiçoamento em Portugal, Polónia e Alemanha, tendo lecionado na Academia de Música de Paredes, ARTAVE, ARTEAM, EPME, ESMAE e Universidade de Aveiro.
Apresentou-se como solista em Portugal, Espanha, Suíça, Alemanha e Polónia e em 2015, fez a estreia mundial da obra, “Concerto para Trompete e Cordas” do compositor português Sérgio Azevedo.
Vasco Silva de Faria é Professor da Universidade do Minho e docente no Conservatório de Guimarães e Diretor Pedagógico da AMCAACL.
Vasco Silva de Faria é artista Vincent Bach e toca em trompetes Bach Artisan e Centenial.
Em 2022, foi condecorado com a Medalha de Ouro de Mérito Artístico da Cidade de Guimarães, pela Câmara Municipal de Guimarães.
Esteban Valverde Corrales estudou clarinete no Conservatorio Superior de Música de Vigo com o professor Francisco Pérez, graduando-se com Primeira Menção Honrosa. Posteriormente, continuou seus os estudos de clarinete com Alois Brandhofer no Mozarteum de Salzburgo.
Ao longo de sua carreira, lecionou clarinete em vários conservatórios da Galiza, incluindo os de Pontevedra, Ourense e Vigo. De 2003 a 2015, foi professor de clarinete e diretor do Conservatório Profissional de Vigo. Entre 2008 e 2011, atuou como assessor musical do Governo Regional da Galiza.
Desde 2015, é diretor e professor de clarinete do Conservatorio Superior de Música de Vigo.
Como intérprete, Esteban Valverde foi clarinetista da Orquestra Jovem da Galiza e colaborou com importantes orquestras espanholas, como a Orquestra Sinfónica de Málaga e a Orquestra de Barcelona.
Sua carreira levou-o a apresentar-se e a lecionar em diversos países da Europa e da Ásia, incluindo Albânia, Áustria, Bósnia e Herzegovina, Estônia, Itália, Lituânia, Montenegro, Noruega, Polónia, Portugal, Sérvia, Ucrânia, China e Cazaquistão.
Além de sua trajetória musical, é doutor em Didática Especial pela Universidade de Vigo e recebeu o título de Professor Honoris Causa pela Academia Nacional de Música da Ucrânia (Kyiv).
Esteban Valverde toca em clarinetes Selmer Muse.
Hélder Gonçalves, natural de Cabeceiras de Basto, iniciou os estudos na Banda Cabeceirense e prosseguiu na ARTAVE. Licenciado em Clarinete pela ESML, concluiu dois Mestrados: Performance na Universidade Nova de Lisboa e Ensino da Música na ESART.
Atua como solista e orquestrador, tendo colaborado com várias orquestras e participado em masterclasses com nomes como António Saiote, Walter Boeykens e Philippe Cuper.
Foi solista e júri do ClariMeet e participou no Clarinando 2023. Laureado em concursos nacionais e internacionais, venceu o 1.º lugar na OPEM 1999 e o Prémio de Melhor Intérprete de Música Contemporânea (Porto 2001). Lecionou em vários conservatórios e foi solista da Banda Sinfónica da GNR. Licenciado também em Direção de Orquestra pela ESML, obteve prémios em concursos internacionais e dirigiu a Orquestra do Norte e outras formações.
Desde 2014, é Maestro na Banda da SF Comércio e Indústria da Amadora e professor no Conservatório de Sintra. Atualmente, frequenta o Doutoramento em Direção de Orquestra na Universidade de Aveiro e, desde 2023, é Maestro da Banda Sinfónica da GNR.
Concluída uma longa carreira docente, tenta colocar nas suas interpretações, quer a riqueza das experiências de vida, quer a visão que foi depurando sobre o Mundo, sobre o Homem, sobre a Arte.
Discípulo de seus pais, Helena Costa, Robert Weizs, Harry Datyner e, em masterclasses, Sequeira Costa, Moura Castro, Josef Palenicek, Jörg Demus e Tânia Achot. Diplomado pelo Conservatório de Música do Porto, estudos na Universidade Laval (Canadá) e no Conservatório de Música de Genève (“Prix de Virtuosité”).
Convidado das salas nacionais, atuou na Europa e nas Américas, a solo ou com os maestros Silva Pereira, Arpad Gerezs, Gunther Arglebe, Graça Moura, Álvaro Salazar, Kamen Goleminov, Fernando Eldoro, Marc Tardue, Ferreira Lobo, Philippo Zigante, Cesário Costa, António Lourenço, Pearce de Azevedo, Rui Pinheiro e Pedro Neves.
É regularmente convidado, nacional e internacionalmente, para júris de concursos, assim como para masterclasses. A sua atividade docente na Suíça (Conservatórios de Genève e Sion) e em Portugal (Conservatório do Porto, ESMAE, Academia e Escola Profissional de Música de Espinho e Universidade de Aveiro) produziu pianistas e professores de mérito. É doutorado pela UA, investigador no INET-md e editou “Em torno de Lopes-Graça. Pensamento-Resistência-Criação” (Lisboa, Página a Página). Integrou a Porto2001, criou e dirigiu o Serviço Educativo da Casa da Música. Dirige o Coro “Amigos da Música”.
Taíssa Poliakova Cunha iniciou os estudos no Conservatório Nacional de Lisboa. É licenciada cum laude pelo Conservatório Superior de Música de Salamanca e Mestre em Música pela Universidade de Aveiro (onde foi orientada por Fausto Neves). Estudou com a renomada professora Oxana Yablonskaya, em regime particular (2012-2017).
Venceu diversos prémios, como solista e músico de câmara, entre os quais se destacam o Prémio Jovens Músicos (1.º lugar, com a violinista Matilde Loureiro, em 2008) e o prémio Vox Populi no Festival “Dinastia” em Kiev, Ucrânia (interpretando o 2.º Concerto de Beethoven a solo com a Orquestra Sinfónica de Kiev, em 2014).
Participou em vários festivais, nacionais e internacionais, e apresentou-se como solista com algumas das mais importantes orquestras de Portugal e do Brasil. Mantém uma atividade concertística regular, com recitais a solo e concertos de música de câmara, ópera e teatro, abordando os mais diversos repertórios.
Trabalhou como pianista acompanhadora na Universidade de Aveiro e no Instituto Politécnico de Castelo Branco. Desde 2021, leciona Piano e Música de Câmara na Universidade de Évora, sendo, também, finalista do Doutoramento em Música e Musicologia na mesma instituição.
A sua discografia inclui um CD de música de câmara de compositores portugueses, dedicado a Beethoven (2022), e outro que homenageia pianistas portuguesas, recentemente nomeado para os Prémios Play da Música Portuguesa (2024).